Ninguém jamais viu Deus

O evangelho não se limita a ser sobre Jesus. Ele é Jesus. Não se limita a ideias, relaciona-se a uma pessoa. (MCGRATH, Alister; Como Lidar com a Dúvida Sobre Deus e Sobre Você Mesmo, Ultimato, Viçosa, 2008, p. 115)

 

                Fabricar deuses tem sido uma especialidade do homem, da cultura, das civilizações e das religiões. Esta tendência revela a natureza do homem e a sua profunda necessidade espiritual, embora simultaneamente também manifeste a sua indisposição de reconhecer o único Deus que se dá a conhecer através da Sua criação.

                O apóstolo Paulo ao escrever, da parte do Espírito Santo, aos romanos, deixa isso muito bem claro: “A ira de Deus se revela do céu contra toda a impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça; porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são por isso indesculpáveis; porquanto, tendo conhecimento de Deus não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos, e mudaram a glória de Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis. ” (Romanos 1:18-20 trad. João Ferreira de Almeida revista e atualizada)

                O esforço e o resultado do ser humano na busca do divino e na invenção de deuses e deusas estão patentes por todo o planeta, em todas as culturas. Existem religiões para todos os gostos. Existe hoje um forte movimento e tendência cultural e política, religiosa e filosófica, para reunir todas as religiões num único movimento com representação num parlamento global. A “unidade dos crentes” é invocada e defendida com base na ideia de que a paz mundial está dependente da concertação religiosa. Promovem-se o pluralismo e o relativismo, defende-se que todas as ideias acerca do divino são complementares mesmo quando são absolutamente contraditórias, pretende-se instaurar uma ética baseada na afirmação de uma regra áurea denominador comum de todas as correntes, como se o homem pudesse salvar-se a si mesmo mediante a prática de boas obras. Existe mesmo quem insista em integrar nesta miscelânea religiosa, uma religião sem Deus. Não há dúvida que o engenho humano pretende criar aqui uma unidade na diversidade. Trata-se do renascimento da Babel bíblica.

                A este movimento que vem desde os primórdios da história humana expulso do jardim do Éden, contrapõe-se a própria iniciativa de Deus que nunca virou as costas ao homem, mas foi preparando a Seu próprio ingresso na história da humanidade o que acontece com o nascimento de JESUS CRISTO. E é aqui que o evangelista João é bem explícito: “Ninguém jamais viu a Deus: o Deus unigénito, que está no seio do Pai, é quem o revelou.” (João 1:18 – trad. João Ferreira de Almeida revista e atualizada)

                Neste sentido o apóstolo Paulo, no areópago ateniense, usa o argumento religioso, para conduzir os seus ouvintes ao Deus desconhecido que através de Jesus se tornou visível e palpável (Atos 17:16-31). O mesmo apóstolo João na sua primeira carta, pelo Espírito divino, reitera deforma indelével: “O que era desde o princípio, o que temos ouvido, o que temos visto com os nossos próprios olhos, o que contemplamos e as nossas mãos apalparam com respeito ao Verbo da vida (e a vida se manifestou, e nós a temos visto, e dela damos testemunho e vo-la anunciamos, a vida eterna, a qual estava com o Pai e nos foi manifestada), o que temos visto e ouvido anunciamos também a vós outros, para que vós igualmente mantenhais comunhão connosco. Ora, a nossa comunhão, é com o Pai e com seu Filho Jesus Cristo.” (1 João 1:1-3 – trad. João Ferreira de Almeida revista e atualizada)

                Porque Jesus é Deus entre nós, em forma humana, de modo visível e palpável, Ele é o único que nos pode levar a Deus. Deus veio até nós para nos levar até Ele! Ele é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14:6)

 

Samuel R. Pinheiro
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SOBRE NÓS

Nasci na cidade de Coimbra a 8 de agosto de 1956, tenho duas irmãs, sou casado com Isabel Pinheiro há 33 anos, e temos uma filha Ana Pinheiro com 23 anos.

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