SOBRE NÓS

Nasci na cidade de Coimbra a 8 de agosto de 1956, tenho duas irmãs, sou casado com Isabel Pinheiro há 33 anos, e temos uma filha Ana Pinheiro com 23 anos.

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DEUS CONNOSCO

            Esta é o sentido essencial do que o Natal representa. A Bíblia sempre nos apresenta um Deus que está perto, que acompanha os nossos passos, que aprecia a nossa companhia, que se deleita na intimidade e na amizade com a Sua criação. Era assim que acontecia no Jardim do Éden. Foi assim que aconteceu depois de o homem e a mulher se terem escondido quando desobedeceram, e Deus procurou-os. Foi assim com Caim quando tinha premeditado matar o seu irmão Abel. Tomou um aspecto muito interessante, particular, significativo e simbólico com Enoque que tal era a sua proximidade com Deus que Ele o tomou para Si, dando a entender que não chegou a passar pela morte física. Continuou da mesma forma com Noé. A história continua com Jó, Abraão, Isaque e Jacó, com José, com Moisés e Josué. Mantém-se e desenvolve-se com Samuel, Elias, Eliseu, David, Isaías, Daniel só para citar alguns. Todo o Velho Testamento é uma narrativa da relação, da proximidade que Deus mantém com a Sua criação apesar da queda, do pecado, da desobediência, das falhas, das vulnerabilidades, dos fracassos de cada um dos personagens humanos.

 

            O auge deste relacionamento acontece com Jesus Cristo que uma das pessoas divinas, torna-se à imagem e semelhança da Sua criatura. No Velho Testamento temos a revelação que atravessa toda a Bíblia de um homem criado parecido com Deus. No Novo Testamento temos a realização anunciada profeticamente ao longo de todo o Velho Testamento, de Deus entrar na história da humanidade como Homem, sem deixar de ser Deus. E é em Jesus Cristo e por Jesus Cristo que Deus resolve o problema humana, de tal forma que o homem e a mulher possam retornar à plenitude da presença de Deus.

 

            O pecado é na sua essência o que torna impossível o acesso do homem à presença de Deus. No Templo, construído em Jerusalém por Salomão, segundo o design divino, o acesso ao santo dos santos da presença de Deus, está vedado aos homens, mesmo aos levitas e sacerdotes, sendo que apenas o sumo-sacerdote, uma vez por ano, podia ali entrar devidamente preparado com especial destaque para o sangue expiatório que transportava.

 

            Hoje através do que Jesus Cristo concretizou definitivamente, através d’Ele temos acesso livre e contínuo à presença de Deus. Quando Jesus expirou, o véu do templo foi rasgado de alto a baixo, como demonstração inequívoca do acesso dos homens à presença e comunhão com Deus. Daí o escritor do autor aos Hebreus refere: “Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne (…)” (Efésios 10:19,20). Esta relação é tão próxima e íntima que cada cristão é templo de Deus no qual o Espírito Santo habita: “Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?” (I Coríntios 16:19).

 

            Todos os cristãos, agregados à família de Deus, porque lhes foi dado o poder de serem feitos filhos de Deus aos que receberam a Jesus como Salvador e Senhor, esperam com natural e sobrenatural expectativa, o dia em que serão definitivamente reunidos ao Pai celestial, em novos céus e nova terra, sem qualquer sombra: “E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus.” (Apocalipse 21:3).

 

            Isto é Natal, tudo o resto é folclore, adereços, enfeites efémeros e descartáveis. Celebrar o Natal é viver esta relação especial com Deus através de Jesus, o único através do qual vamos ao Pai: “Disse-lhes Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.” (João 14:6).

 

 

Samuel R. Pinheiro

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