SOBRE NÓS

Nasci na cidade de Coimbra a 8 de agosto de 1956, tenho duas irmãs, sou casado com Isabel Pinheiro há 33 anos, e temos uma filha Ana Pinheiro com 23 anos.

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COMO ENCONTRAR DEUS?

Cristo é Deus connosco

 

                Encontramos Deus de uma forma muito simples e direta na pessoa de Jesus Cristo. Foi ele mesmo que o disse de uma forma perentória:

                “Filipe implorou: ‘Senhor, mostra-nos o Pai; então, ficaremos contentes!’

                ‘Vocês me acompanham todo esse tempo e ainda não entendem? Ver a mim é ver o Pai. Então, como podem perguntar: ‘Onde está o Pai?’. Vocês não acreditam que estou no Pai e que o Pai está em mim? As palavras que digo não são simples palavras. Não as digo por conta própria. O Pai, que vive em mim, transforma cada palavra num ato divino.

                ‘Creiam em mim: estou no Pai, e o Pai está em mim. Se não conseguem crer nisso – creiam no que veem – minhas obras. Quem confia em mim fará não apenas as coisas que faço, mas poderá até mesmo fazer coisas maiores, porque eu, em meu caminho para o Pai, dou a vocês o privilégio de fazer a mesma obra que tenho realizado. Podem contar com isso. De agora em diante, tudo que pedirem, em conformidade com o que eu sou e faço, vou conceder a vocês. É deste modo que o Pai será visto: pelo que ele é no Filho. É isso que quero dizer. Seja o que foi que pedirem, se for desse modo, vou fazer por vocês’.” (João 14:8-14 - paráfrase “A Mensagem”, Eugene H. Peterson, Editora Vida)

                Jesus apresentou-nos todas as credenciais que O identificam com a pessoa de Deus. Ele de Si mesmo o declarou. Não se trata apenas do que os que o rodearam disseram e reconheceram. Trata-se do que o próprio testemunhou a Seu respeito. Mas não são apenas as Suas as palavras que reivindicam a identidade divina. As Suas palavras estão em conformidade com os Seus atos, com as Suas realizações, com o Seu estilo de vida. Nunca ninguém realizou o que Ele realizou. Não se trata de histórias fabulosas, não se trata de mitos ou lendas, não se trata de figuras de estilo e de linguagem, nem tão pouco de metáforas ou hipérboles. Os discípulos que O acompanharam deram literalmente a vida pela pessoa de Jesus Cristo e pela afirmação taxativa e incontornável de quem Ele é. Preferiram ser perseguidos, rejeitados, maltratados, espoliados dos seus bens, a negar o que sabiam sem qualquer sombra de dúvida. Mas antes dos Seus seguidores o próprio Jesus morreu não apenas como um mártir, mas como o Salvador da humanidade, pela Sua declaração de ser Deus.

                Desta forma Jesus é único, singular e exclusivo. Ele é absoluto. Trata-se do próprio Deus entre nós assumindo a nossa dimensão, a nossa semelhança, que é a semelhança que temos d’Ele, porque foi assim que fomos criados. Acontece que o pecado, a desobediência, a incredulidade, corrompeu essa imagem, degenerou a nossa essência. Jesus Cristo veio precisamente para repor, para trazer-nos de volta ao projeto original.

                Diante de Jesus Cristo não há como negar que Deus existe, que está interessado em nós, que não nos abandonou, que veio ao nosso encontro e que n’Ele e por Ele podemos ser reconciliados e entrarmos numa relação pessoal com Ele.

                Pelo esforço humano isso nunca seria possível. Daí que nenhum religião, qualquer que ela seja, mesmo o cristianismo, não nos pode levar até Deus ou nos reconciliar com Deus. Só próprio Deus o pode fazer, e fê-lo. Em Jesus e por Ele nós chegamos a Deus. Deus tomou a iniciativa de vir ao nosso encontro, de entrar na história, de tornar-se parte da humanidade. Não temos um homem que se fez deus, mas uma das pessoas da divindade que se fez homem.

                Jesus apresentou-se como o único caminho através do qual podemos chegar ao Pai: “Eu sou o Caminho, a Verdade e também a Vida. Ninguém chega ao Pai sem mim.” (João 14:6 - paráfrase “A Mensagem”, Eugene H. Peterson, Editora Vida). Sendo Deus efetivamente Deus, é por natureza inalcançável para o ser humano. Mas o que para nós era uma absoluta impossibilidade, Deus tornou possível ao tornar-se à imagem e semelhança do homem. Fez-se homem.

                Mas a impossibilidade não radicava apenas na distância infinita entre Deus e o homem. A questão radicava no facto de o homem ter pecado e continuar a pecar. O pecado é um abismo intransponível para o homem galgar, entre si e o Deus que é santo, perfeito e justo. Tornava-se necessário que a dívida incalculável do pecado diante do Deus absoluto, fosse saldada. E o próprio Deus pagou a dívida de forma soberana pela morte de Jesus na cruz.

                O orgulho humano que está na génese e é a essência do pecado, recusa esta exigência divina, considera-a uma loucura, uma ofensa, um escândalo. E é. Só que a causa não está em Deus, mas no homem pecador que se recusa a reconhecer o seu estado de impotência. O pecador recusa a gravidade da sua condição, mas Deus independentemente da vontade e dos sentimentos dos homens consumou a nossa salvação. Cabe agora a nós decidir face ao que Deus nos oferece e comprometermo-nos com a vontade divina.

                É o próprio Deus que em Jesus Cristo nos convida a que nos cheguemos a Ele e encontremos descanso. O homem só descansa quando chega a casa. A sua casa em termos espirituais é o próprio Deus. Só no regaço do Pai estamos em casa, encontramos a nossa dignidade, a nossa realização, a nossa verdadeira identidade, o nosso desígnio e propósito, a nossa essência. Fora de Deus somos sempre errantes, perdidos, dececionados, iludidos, prisioneiros da morte, reféns do vazio, e condenados ao inferno, porque é isso mesmo que é a vida sem Deus.

O Evangelho escrito por João revela isso de uma forma muito particular. Aqui fica a citação de alguns dos passos da introdução deste evangelho: “Antes de tudo, havia a Palavra, a Palavra presente em Deus, Deus presente na Palavra. A Palavra era Deus, desde o princípio à disposição de Deus. (…) Ele estava no mundo, e o mundo existe por causa dele; mesmo assim, o mundo não o acolheu. Ele veio para seu povo, mas eles não o quiseram. Mas houve os que o quiseram de verdade, que acreditaram que ele era o que afirmava ser e que fez o que disse ter feito. Ele fez deles seu povo, os filhos de Deus. Filhos nascidos de Deus, não nascidos do sangue, não nascidos da carne, não nascidos do sexo. A Palavra tornou-se carne e sangue, e veio viver perto de nós. Nós vimos a glória com nossos olhos, uma glória única: o Filho é como o Pai, sempre generoso, autêntico do início ao fim. Todos sempre vivemos de sua generosidade, recebendo dádivas, uma após outra. O essencial veio por meio de Moisés; foi, então, que chegou esse exuberante dar e receber, esse conhecer e entender sem fim – tudo veio por meio de Jesus, o Messias. Ninguém jamais viu Deus, no máximo fora um vislumbre. Foi, então, que essa Expressão única de Deus, que existe no próprio coração do Pai, se revelou, com a clareza do dia”. (João 1 - paráfrase “A Mensagem”, Eugene H. Peterson, Editora Vida)

ENCONTRAMOS DEUS em Jesus Cristo que nos leva ao Pai, e nos concede o Espírito Santo para viver em nós.

ENCONTRAMOS DEUS reconhecendo a nossa falência, a nossa absoluta incapacidade para O alcançar por nós próprios, a nossa bancarrota espiritual.

ENCONTRAMOS DEUS sendo encontrados por Ele, porque é Ele que nos encontra.

ENCONTRAMOS DEUS quando definitivamente reconhecemos a Sua soberania, e nos comprometemos em fazer a Sua vontade custe o que custar, porque o melhor só o encontramos n’Ele – Deus é o supremo bem!

ISTO É O VERDADEIRO NATAL! Uma nova vida, um novo futuro, um novo destino, uma nova vocação com o nosso Criador que passa a ser o nosso Pai, e nós Suas criaturas transviadas somos feitos filhos de Deus. Senão escolhemos existir, escolhemos em Jesus ser filho de Deus e ter Deus como nosso Pai. A vida é uma dádiva sublime porque não se resume ao tempo que aqui passamos, mas a uma eternidade que pode ser de felicidade absoluta na presença de Deus.

 

Samuel R. Pinheiro
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